O céu tava azul cor de devaneio sem fim. Circo deserto, eu e a lona no meu horário de almoço. Domingo sabor ruflles e coca light.
Um mês para acabar meu contrato. Intuição, dúvida. Sensibilidade ou sentimentalismo?
Humor inconstante já beirando a insuportável, variando entre uma Juliana acolhedora e distante, ranzinza e pacífica; mas no geral extremamente carinhosa e afetada por manifestações externas, como qualquer pessoa que nasça entre final de junho e julho e que esteja a um passo de ir de encontro ao novo. Transparente e sonhadora, sigo sempre o que meu coração diz; mas ele já errou demais e arriscaria até a dizer que chega a ser um sem-noção de nesses tempos ainda esperar uma rasteira pra ficar pé atrás com alguém. Sinto medo.
Falo com meu pai ao telefone, aquele de importância extraordinária na minha vida. Ouço um:
-Você sabe o que faz.
Mas eu não sei! Eu nunca sei.
E me questiono se ele realmente pensa isso de mim ou foi só mais uma tentativa de apoiar minhas escolhas incondicionalmente. Fico com a segunda opção. Lembro da minha mãe e relembro uma cena, eu a pegando no colo e ela gritando:
-Pára filha… Sua boba… E no meu colo não havia distinção de papéis. Não tinha mãe nem filha. Só grandes amigas, as melhores do planeta.
Um mês para acabar meu contrato. Intuição, dúvida. Sensibilidade ou sentimentalismo?
Humor inconstante já beirando a insuportável, variando entre uma Juliana acolhedora e distante, ranzinza e pacífica; mas no geral extremamente carinhosa e afetada por manifestações externas, como qualquer pessoa que nasça entre final de junho e julho e que esteja a um passo de ir de encontro ao novo. Transparente e sonhadora, sigo sempre o que meu coração diz; mas ele já errou demais e arriscaria até a dizer que chega a ser um sem-noção de nesses tempos ainda esperar uma rasteira pra ficar pé atrás com alguém. Sinto medo.
Falo com meu pai ao telefone, aquele de importância extraordinária na minha vida. Ouço um:
-Você sabe o que faz.
Mas eu não sei! Eu nunca sei.
E me questiono se ele realmente pensa isso de mim ou foi só mais uma tentativa de apoiar minhas escolhas incondicionalmente. Fico com a segunda opção. Lembro da minha mãe e relembro uma cena, eu a pegando no colo e ela gritando:
-Pára filha… Sua boba… E no meu colo não havia distinção de papéis. Não tinha mãe nem filha. Só grandes amigas, as melhores do planeta.
Passa uma borboleta amarela por mim e sei que ela ri em forma de vôo bonito e que aparece só pra não me deixar esquecer nem por um segundo da força dos milagres diários, das lembranças de Deus.
¿¿ ¡¡ Fragilidade [NÃO] é fraqueza ?? !!
Viver é charada, pergunta valendo 1 milhão daquele programa popular. Poucos anjos em forma de Dalai Lama ou Madre Teresa já nascem com a resposta. E por caridade, existe a tentativa de iluminar seus irmãos humanos. Como quando se pede a opção “Ajuda aos Universitários”, e o participante fica em dúvida se eles estão mesmo certos e acaba escolhendo aquela alternativa que nenhum deles sugeriu.
Ao som de “Gravity”, de Sara Bareilles, sinto que o simples vai seguir sendo difícil até a hora de acordar nesse céu cor de ruffles, vôo de coca e sabor de devaneio.
Queeununcadeixedequestionaracreditarsorrireamaramém.
Viver é charada, pergunta valendo 1 milhão daquele programa popular. Poucos anjos em forma de Dalai Lama ou Madre Teresa já nascem com a resposta. E por caridade, existe a tentativa de iluminar seus irmãos humanos. Como quando se pede a opção “Ajuda aos Universitários”, e o participante fica em dúvida se eles estão mesmo certos e acaba escolhendo aquela alternativa que nenhum deles sugeriu.
Ao som de “Gravity”, de Sara Bareilles, sinto que o simples vai seguir sendo difícil até a hora de acordar nesse céu cor de ruffles, vôo de coca e sabor de devaneio.
Queeununcadeixedequestionaracreditarsorrireamaramém.










